terça-feira, abril 29, 2014

Body mania: aprenda a usar a peça que virou hit entre as fashionistas

Tami Gotoda, editora de moda da Marie Claire, ensina com que roupas combinar diferentes tipos de body

O BODY É TENDÊNCIA NAS PASSARELAS DA CIA MARÍTIMA (À DIREITA E ESQUERDA) E DA TRYIA (FOTO CENTRAL) (Foto: Divulgação)

Depois de ser tendência nas passarelas, o body, uma espécia de maiô, se tornou também sucesso entre as fashionistas. Surgiram diferentes modelos da peça: de manga curta e longa, estampado e liso, de lycra, algodão e outras tecidos.Tami Gotoda, editora de moda da Marie Claire, ensina como usar o body.

CINTURA ALTA

A principal dica de Tami é se preocupar em combiná-lo com peças de cintura alta e com volume, já que o body fica colocado ao corpo. "O jeito mais moderno são com peças de cintura alta, como saias e calças", diz. "Uma saia no estilo balonê, por exemplo, é uma roupa bacana para combinar com o body. Das calças fica legal com as que têm certo volume, como a pantalona e a com pregas", afirma.

PARA OS DIAS QUENTES
Com as várias opções que surgiaram no mercado, algumas são ideias para usar em situações de dia, como para ir à praia ou em um almoço com a família ou com amigos. "Na praia, use com uma saia de guipir que, apesar de ser um pouco transparente, se encaixa perfeitamente para a ocasião e fica lindo", diz Tami.

Outra maneira de vestir o body é com um shorts jeans. Os de manga curta e costas abertas são indicadas para asaltas temperaturas. Estampas em cores abertas também vão de acordo com overão.

PARA OS DIAS FRIOS

Se engana quem pensa que a peça é exclusiva para o calor. Com a chegada do outono - e mais para frente doinverno - o body também pode ser usado. Nestas estações, opte por um demanga longa e com tecido mais quente, como o de algodão, e combine-o com uma calça. Se o dia estiver muito frio, coloque uma jaquete de couro por cima do body, por exemplo. Tons escuros tem mais a ver com a estação, mas os coloridos também são permitidos.

VITRINE DE PRODUTOS

MARIE CLAIRE FEZ UMA SELEÇÃO DE DIFERENTES TIPOS DE BODY (Foto: Divulgação)

1. Body colorido, R$ 129. Sacala. www.lojascala.com.br

2. Body vinho e preto, R$ 622. www.crisbarros.com.br

3. Body de onça, R$ 498. Tigresse. www.tigresse.com.br

4. Body com transparência, R$ 290. Lalê. (21) 2529-2263

5. Body estampado, R$ 460. Triya. www.triya.com.br

6. Body estampado, R$ 499. Trigresse. www.tigresse.com.br

Fonte: Revista Marie Claire por Paula Mello

quarta-feira, abril 16, 2014

Aprender a comer direito, economizar, pegar firme na ginástica...

Mudar não é fácil. Que o diga a maioria das promessas de Ano-Novo que não duram até o Carnaval. A questão é tão palpitante (e afeta tanta gente) que virou tema de um dos livros mais badalados do momento, O Poder do Hábito(editora Objetiva), do americano Charles Duhigg, há semanas na lista de mais vendidos do The New York Times. O motivo é que se livrar de um comportamento ruim vai além da força de vontade - o que, vamos combinar, já não é pouca coisa. Existe um componente de peso testando nossa persistência sempre que resolvemos mudar o rumo da vida: o cérebro, que colabora para que você se sinta melhor cultivando os velhos hábitos de sempre, por pior que sejam, do que tentando se livrar deles. Autossabotagem? Não, questão de evolução. "Fomos selecionados para dar valor àquilo que aumenta nossa chance de sobrevivência", explica André Frazão Helene, coordenador  do Laboratório de Ciências da Cognição e professor do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). Ele usa um exemplo básico (mas que é um drama para muitas de nós) para explicar a teoria. "Açúcar e gordura, por exemplo, são fontes ricas de energia, fundamental para a vida. Se, antes, esses alimentos eram de difícil obtenção, hoje estão logo ali, ao alcance da mão na prateleira do supermercado", fala. "Um costume positivo em tempos ancestrais - comer o máximo de açúcar e gordura disponíveis -, se tornou um problema e um hábito que muita gente sofre para abandonar." 

Piloto automático 
Nosso cérebro é programado para trabalhar com economia de energia, realizando várias tarefas de modo mecânico enquanto deixa espaço para a cabeça focar em outras. "Hábitos são sequências de ações aprendidas depois de muita repetição, até que passam a ser executadas com o mínimo de esforço mental", resume o alemão Wolfram Schultz, professor de neurociência da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Isso explica por que acordar cedo para ir à academia não parece uma boa ideia para o cérebro nas tentativas iniciais. Ele precisa, primeiro, aprender a fazer isso. Depois de alguma insistência, passa a gostar do estímulo das endorfinas e aí, sim, está formado o hábito. O tempo que isso leva varia de uma pessoa para outra, mas alguns especialistas defendem que três semanas é tempo suficiente para conseguir. 

Prazer que vicia 
Existem vários tipos de hábitos. Quando um pedaço de chocolate dissolve na sua boca, por exemplo, ocorre uma descarga de dopamina, neurotransmissor ligado ao prazer, que converge para uma área cerebral chamada de centro de recompensa. Se uma substância (como o açúcar e a maioria das drogas) estimula a produção de dopamina repetidas vezes, desencadeia uma espécie de dependência: você sabe que não é bom exagerar, mas é difícil resistir. O professor Wolfram Schultz, de Cambridge, estuda os mecanismos da aprendizagem há mais de 20 anos e descobriu que, depois de algum tempo repetindo um comportamento, o cérebro passa a antecipar a recompensa. No caso daquele pedaço de chocolate, você sente o gostinho antes de encostá-lo na língua - o que torna mais difícil não se render a ele. Difícil, mas não impossível. "É possível mudar o vínculo com a comida estabelecendo ligações com a sua qualidade de vida, saúde, autoestima - qualquer coisa que distancie de comer apenas pela satisfação imediata", diz André Frazão Helene.

Em busca de aceitação 
Muitas vezes, repetimos um modo de ser ou fazer porque, assim, seremos amadas e admiradas. "Um comportamento é a expressão de fatores que envolvem nossas memórias e valores", diz André Frazão Helene. O americano Timothy Wilson concorda. "Ações viram hábitos quando conversam com nossa história e desejos." Por exemplo, uma menina que sentia falta da atenção dos pais pode crescer acreditando que há algo de errado com ela. Mais tarde, quando se apaixona, pode acabar afastando o parceiro ou se envolvendo sempre com o mesmo tipo cafajeste por, inconscientemente, sentir que não merece carinho verdadeiro. Situações estressantes também podem desequilibrar o funcionamento neural, facilitando o aparecimento de hábitos nocivos.

 

Passo a passo da mudança

Há vários jeitos de criar novos hábitos. Um deles, mostrado no livro O Poder do Hábito, parte dos quatro pontos abaixo. "É um modelo que explica como se formam as memórias e ajuda a vencer hábitos ruins", diz André Frazão Helene, da USP.

A ROTINA: Identifique o comportamento que quer mudar. Por exemplo, toda tarde, por volta de 16h30, você levanta da sua cadeira do escritório e vai com as amigas até a lanchonete para comprar um bombom. 

A RECOMPENSA: O que você realmente busca quando vai à lanchonete? Se alimentar? Fazer uma pausa no trabalho? Conversar com as amigas? 

A DEIXA: Essa é a parte mais difícil. Preste atenção no que desencadeia o processo de levantar para ir à lanchonete. Anote padrões que se repetem no momento anterior ao impulso de levantar. Você se sente ansiosa, estressada, entediada? Está sempre com fome nesse horário? 

O PLANO DE AÇÃO: Entendendo o que está por trás de um hábito, é possível trocá-lo por outro. Se o motivo é o tédio, caminhar ou sair para um café produz o mesmo efeito. Quando quer socializar, dá para ir até a mesa de alguém bater um papo. Se é a fome que chega às 16h30, uma fruta ou um iogurte (e não um bombom) resolve.

 

A técnica dos 21 dias 

Estabelecer um prazo para ver a transformação aumenta as chances de sucesso. "A tendência do indivíduo é querer resultados imediatos", diz o coach pessoal e empresarial Antonio Azevedo, do Rio de Janeiro. Só que o cérebro não consegue aprender em tão pouco tempo, e três semanas é uma espécie de consenso quando o assunto é o tempo necessário para adquirir um novo hábito. 

SEMANA 1
No começo, a motivação em deixar um comportamento ruim libera endorfina, gerando uma sensação de prazer e euforia. O mais comum é ser firme na decisão de mudar. 

SEMANA 2 
Pode aparecer a vontade de largar tudo e voltar ao conforto do hábito antigo. "O stress gerado pela mudança aumenta a produção de cortisol, deixando você irritada", diz 
Azevedo. Por isso é preciso ter força e não desistir. 

SEMANA 3 
É aqui que os primeiros resultados começam a aparecer - e, com eles, a motivação, a satisfação e um up na autoestima. Está aberto o caminho para a mudança e, se bobear, você já nem lembra do costume ruim que deixou para trás

Fonte: boaforma.abril.com.br Por Marcia Kedouk | Fotos Thinkstock

terça-feira, abril 15, 2014

10 passos para começar 2014 cheia de energia

Chega de desânimo, cansaço, stress! Mudanças simples de atitude, de alimentação e de hábitos ajudam a virar o jogo e deixam você em forma para aproveitar o ano novo com mais leveza e disposição.

1. Malhe com prazer 
A prática de exercício físico libera dois hormônios: a endorfina, que alivia o stress, e a dopamina, que dá sensação de prazer. Mexer-se é, portanto, fundamental. Mas o bacana, aconselha Ilana Levinson, psicóloga clínica e desportiva do Rio de Janeiro, é encontrar uma atividade que dê bem-estar físico, mental e emocional. Na dúvida, experimente diferentes modalidades e escolha a que mais a estimula. Não descarte opções inusitadas, como juntar aula de ioga com piquenique, como sugere Letícia Klimas, professora da Bio Ritmo de São Paulo. 

2. Explore o poder dos líquidos 
A começar pela água, que é um ótimo energizante, pois faz o transporte de nutrientes para as células. Essencial a todos os processos metabólicos vitais para o organismo, ela ainda melhora o funcionamento dos rins e do intestino, elimina toxinas pela urina e pelo suor e ajuda na circulação sanguínea. Um verdadeiro elixir! “O ideal é ingerir de 2 a 3 litros por dia”, aconselha a nutricionista Amélia Duarte. Os sucos também são excelentes energéticos. Experimente este, feito com 2 folhas de couve, 1 cenoura, 1 maçã, 1 pedaço pequeno de gengibre e 200 ml de água de coco. Dá o maior pique! 

3. Coloque alimentos funcionais na dieta 
Eles têm substâncias bioativas que protegem a saúde e aumentam a energia: tudo de que você precisa! A nutricionista baiana Amélia Duarte escolheu alguns dos mais energéticos: Maçã – carrega vitaminas do complexo B, além de fósforo e potássio, combatendo o stress e a fadiga. Banana – turbina a energia por ser das melhores fontes de potássio e vitamina B6. Pimenta – melhora a circulação sanguínea e a libido. Romã – age na renovação celular. Nozes – ricas em vitaminas e minerais, que dão muita disposição. Lentilha – aumenta o ânimo porque tem boa dose de enxofre. Sementes de gergelim, girassol e abóbora – estimulam o metabolismo dos carboidratos, liberando energia. 

4. Gerencie sua mente para o sucesso 
Classifique os pensamentos que transitam pela sua cabeça e use-os a seu favor, propõe o neurocirurgião Fernando Gomes Pinto, de São Paulo. Para isso, ele sugere uma tabela que inclui cinco critérios de análise: a qualidade (se é bom ou ruim), a origem (se é seu ou dos outros), a frequência (passageiro ou persistente), o teor (construtivo ou transformador), a essência (romântico, criativo...). O passo seguinte é fazer dos pensamentos bons, criativos e positivos o pano de fundo da mente. “Eles criam realidades no mundo físico”, diz o médico. E quem duvida? 

5. Corte sal, açúcar e farinha branca 
“Prefira alimentos integrais”, aconselha Amélia Duarte. Além de mais nutritivos, são ricos em fibras, que ajudam a regular o trânsito intestinal e, assim, aumentam a energia. E reduza o uso de dois grandes inimigos da disposição: o açúcar branco, que, segundo Amélia, causa fadiga, e o sal, sabotador da energia, porque em excesso provoca desequilíbrio entre líquidos e minerais, alterando a pressão arterial. Opte por açúcar mascavo ou demerara e sal marinho. 

6. Curta o verde 
Os benefícios de estar em contato com a natureza já foram comprovados cientificamente. Pesquisa da Universidade de Chiba, no Japão, garante que a terapia da floresta é mais do que relaxante. Bastam 40 minutos de contemplação e caminhada para uma redução de até 16% no stress, de 2% na pressão arterial e de 4% nos batimentos cardíacos! E tem mais: esse contato com o verde estimula a produção de células que combatem infecções e tumores, benefício que se estende até um mês depois do passeio. Tudo de bom! 

7. Busque sua verdadeira motivação 
“Quanto mais você se conhece e se aceita, mais chance tem de ser feliz”, diz Fernando Gomes Pinto. No livro Você Sabe Como Seu Cérebro Cria Pensamentos? (editora Segmento Farma), ele propõe um exercício de cinco dias que nos ensina a buscar autoconhecimento e motivação real. A cada dia, responda a uma pergunta. Dia 1. Quem sou eu? Dia 2. Quem são meus pais? Dia 3. Qual a minha verdadeira função no mundo? Dia 4. O que acontecerá com a minha capacidade de pensar quando eu morrer? A cada etapa, anote tudo que vier à mente. Dia 5. Reúna todos os textos anteriores em um, resuma e sintetize em uma palavra, sensação, ideia, paisagem, para ser lembrada sempre, resgatando quem é você e o que a motiva. 

8. Aproveite a praia para malhar 
A ideia é excelente por vários motivos: só o fato de pisar na areia, sentir a brisa do mar e o calor do sol dá o maior gás. Além disso, quebrar a rotina também é estimulante. Pode ser corrida, frescobol ou vôlei de praia. “O bom das atividades que envolvem outras pessoas é que se tem uma motivação a mais: encontrar os amigos”, diz Robinson Kennedy, treinador da Body Systems. E nada de se matar: exercite-se entre 20 e 40 minutos, no início da manhã ou final de tarde, e depois dê um energizante mergulho. Mas não se esqueça, claro, de se proteger contra o sol. 

9. Inclua a meditação na sua rotina 
A professora Maria José Piva Rocha Corrêa, da Associação Palas Athena, em São Paulo, explica que meditar reduz o ritmo da atividade cerebral, diminui a pressão sanguínea, desacelera os batimentos cardíacos e o metabolismo. Ou seja: é um santo remédio contra ansiedade e irritação. “Toda prática meditativa tem início quando se orienta a mente para um foco, que pode ser a respiração”, ensina a professora. Concentrar-se na observação da sua respiração, inspirando e expirando sete vezes, já é um bom começo. Gradativamente, amplie o tempo até 20 minutos, uma ou duas vezes ao dia. 

10. Descubra o tempero da sua vida 
Eis a proposta que a antropóloga francesa Françoise Héritier faz no livro O Sal da Vida (editora Valentina). Depois de calcular o tempo que uma pessoa ocupa com trabalho, sono, tarefas domésticas, higiene, refeições e compromissos, ela chegou à conclusão de que sobra, em média, uma hora e meia por dia para fazer o que se gosta. No livro, ela lista pequenas coisas que deixam a vida mais saborosa: “O café da manhã ao ar livre, folhear álbuns de fotos, arrumar uma bela mesa, dançar, saborear ostras à beira-mar...” Qual o sal da sua? Aproveite o início do novo ano para começar a sua lista!

Fonte: boaforma.abril.com.br Por Simone Serpa | Fotos Marcelo Correa

 
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